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Conheça a ONG Rendar, que receberá multa aplicada a jogador do Red Bull Bragantino após fala misógina

  • há 26 minutos
  • 2 min de leitura


A decisão do Red Bull Bragantino de destinar à ONG Rendar a multa aplicada ao zagueiro Gustavo Marques trouxe visibilidade ao trabalho realizado pela organização em Bragança Paulista. A entidade atua há mais de uma década no acolhimento e na transformação da vida de mulheres em situação de vulnerabilidade e vítimas de violência doméstica no município.

O jogador foi punido após declarações consideradas misóginas contra a árbitra Daiane Muniz. Como sanção, o clube determinou multa de 50% dos vencimentos e o afastamento do atleta da partida contra o Athletico Paranaense, pelo Campeonato Brasileiro Série A. O valor arrecadado será integralmente destinado à ONG bragantina.


Acolhimento e recomeço


Com sede em Bragança Paulista, a Rendar oferece suporte integral a mulheres que enfrentam violência ou outras formas de vulnerabilidade social. O trabalho inclui acolhimento inicial em espaço seguro, acompanhamento psicológico, orientação jurídica e cursos de capacitação profissional.

O objetivo, segundo a organização, é fortalecer a autoestima e promover autonomia financeira e emocional, criando condições reais para que as mulheres possam reconstruir suas trajetórias com dignidade.


Mais que assistência: transformação


Além do atendimento direto, a ONG também desenvolve campanhas de conscientização, palestras e eventos educativos voltados à prevenção da violência doméstica e à promoção da igualdade de gênero. As ações são conduzidas por voluntários e profissionais que atuam com base em valores como respeito, empatia e solidariedade.

Ao longo de mais de 10 anos de atuação, a entidade se consolidou como referência local no apoio a mulheres em situação de risco, oferecendo caminhos concretos para independência e segurança.


Visibilidade para a causa



A destinação da multa à Rendar reforça a importância de responsabilização diante de atitudes misóginas no esporte e, ao mesmo tempo, amplia a visibilidade de iniciativas que atuam diretamente na proteção de mulheres.

Para a ONG, recursos como esse contribuem para manter e ampliar serviços essenciais de acolhimento e recomeço, impactando não apenas as mulheres atendidas, mas também suas famílias e a comunidade.

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